1 de março de 2015

GLEE: BANDEIRANTES ADOTA O PORNO-SERIADO PARA ADOLESCENTES




A politicamente incorreta "Glee" vai na contramão de outros seriados adolescentes. E, apesar de ser também um musical, nem de longe lembra o fenômeno "High School Musical". A história tem uma escola como cenário e acompanha a formação de um coral formado por jovens muitos distantes do padrão, como um gay, uma gordinha e um paraplégico”. Essa matéria foi veiculada em 2010, quando várias emissoras de TV disputavam o musical cuja tônica é o proselitismo gay e sua agenda.  Este ano a série “Glee” será transmitida pela Rede Bandeirantes de TV. A Globo deixa de comprometer-se com o seriado. Até quando a Band correrá o risco de ser alvo de criticas, em função do temerário programa, que tenta "fazer a cabeça" da moçada com sua doutrinação gay, como ocorre nos EUA, em função do programa?
Nos Estados Unidos o programa vem sendo definido como “pornô-gay para crianças”. A pressão popular foi tanta que até a NBC tirou o programa do ar – e seus patrocinadores tiveram suas caixas de correio entulhadas por e-mails de protesto e ameaças de deixar de utilizar seus produtos se não deixarem de patrocinar “Glee”. Como será no Brasil, que ainda suporta o depressivo, malicioso e pernicioso cenário do BBB, na Rede Globo?
O articulista  Bruce Sallan comenta em seu blog: “Eu assisto Glee porque gosto e aprecio a música e o talentos dos artistas. Eu não o vejo  em função da sua linha de história e tenho especial aversão para o perfil colocado com relação a sexualidade entre estudantes de idade do ensino médio (...) tudo parece forçar a barra para fazer toda a conduta sexual parecer onipresente e muito bem entre crianças de 15-18 anos de idade”. 


Murphy e o coprodutor executivo de Glee, Ali Adler criaram The New Normal, comédia de trinta minutos "centrada em um casal gay que tenta decidir quem será a barriga de aluguel que carregará seu bebê" que teve sua estreia no canal NBC em 2012. A série foi inspirada na vivencia do próprio Ryan Murphy, quando “teve” seu primeiro filho. Os nomes são baseados em Ryan e eu marido: Bryan e David. De acordo com o Entertainment Weekly, houve uma batalha entre ABC, NBC e Fox para conseguirem produzir o projeto. No final a NBC comprou o projeto e encomendou um episódio piloto em 27 de Janeiro de 2012. Entretanto a série acabou sendo cancelada depois de uma temporada.
Veja abaixo a tradução, reduzida, de uma reportagem de Lisa Van Houten, sobre “Glee” e seu criador, o gay Ryan Murphy:

Glee pushes homosexual agenda - ratings falling[i]
Lisa Van Houten
“O final da temporada de Glee foi ao ar quinta-feira passada. Season 4 terminou com o mesmo e cansativo tema, forçando a agenda gay, que tem marcado quase todos os episódios desta temporada. Isso não é nenhuma surpresa, já que "Glee" é o do criador e produtor Ryan Murphy, assumidamente gay - guerreiro da falange cor-de-rosa. Murphy tem uma longa história de proselitismo homossexual.
Como você deve lembrar um dos Murphy, outro animal de estimação dessa temporada, tem como tema  "The New Normal" - também promovendo a agenda liberal e gay. "The New Normal" aborda o tema com dois personagens, homens gays, que buscam contratar uma mãe substituta para ter um bebê para eles. Na verdade o foco central do espetáculo é a destruição do cristianismo e os valores tradicionais de milhões de famílias.
A cada semana, pedimos a vocês, nossos leitores, para enviar mensagens para os anunciantes que patrocinaram "The New Normal." Milhares de pessoas, como você, encheram as caixas de entrada dos patrocinadores, inundando-as com e-mails, semana após semana, lembrando a eles do boicote as empresas que patrocinam o programa, deixando de comprar seus produtos – pois autorizam um show que zomba e mina os nossos valores. Os telespectadores conseguiram vitórias, atentos aos que tentam forçar a agenda gay com o "The New Normal." As avaliações do show oscilaram do fraco ao pior. Foi assim que a NBC (uma das maiores redes de TV dos EUA) anunciou que "The New Normal" foi oficialmente cancelado!
No entanto, "Glee" é uma história diferente. Em suas 2 primeiras temporadas "Glee" teve enorme sucesso de audiência. Foi também mais o insidioso - especialmente na primeira temporada, no sentido de empurrar a agenda gay. Os espectadores foram atraídos pelos números de canto e dança contagiantes, embalando-os a ignorar os ataques crescentes aos valores cristãos, (que tem grande pessoa na sociedade americana). Porém alguns sapos estão pulando da chaleira, sentindo a água ferver, abandonando o barco. Murphy tem aumentado seu impulso da agenda gay em "Glee" – e vendo seu público decrescer.
É também importante você ler os comentários on-line de telespectadores de Glee. Seguem-se uma série de observações postadas por expectadores, postadas numa página de entretenimento da Yahoo sobre a série final de Glee:
- Glee foi grande nas duas primeiras temporadas. Música grande com tema anti-bullying. Agora é basicamente um programa gay. A menos que os produtores mudem de volta ao seu formato original, Glee está fora da nossa porta.
- Lembro-me de quando era um show divertido que mostrou talento musical. Agora ela busca episódios de angústia adolescente onde os escritores expressam seus pontos de vista liberais.
- Não se trata mais de apenas boas canções e competição, mas a agenda gay está recebendo excessiva atenção para mim.
- Isso se tornou um show de homossexual, e até a minha filha de 9 anos se perguntou em voz alta se havia algo melhor na TV.
- PC Glee. Eu parei de assistir a 2 anos. Nada além de propaganda e proselitismo.
- Já vimos algo da Season 5, de Murphy, gay com sua agenda é gay. Season 5 será uma grande orgia gay ...
- A única pergunta sem resposta é quando é esse show gay vai acabar?
- O show é apenas pornô gay para crianças.
- Glee é tão pesado nas agendas sociais que ainda não são corrente principal, uhhhhh, confortável. Demais para mim. Eu parei de assistir a este show no ano passado e nunca mais vou assistir. O problema é que eu amei o canto e ver o talento.
- Como a maioria dos espetáculos os escritores empurram seus pontos de vista liberais (...)
A Season finale de "Glee" da última quinta-feira contou com uma garota do ensino médio bissexual que teve relações sexuais com meninos e meninas. Ela está agora terminado com o namorado dela, porque, como ela afirma, está "faltando doces, beijos doce senhora." Ela diz que agora é uma "amante da senhora."
Outra história tem como personagens o homossexual, estudante do ensino médio, Blaine, que compra um anel para propor casamento ao seu "namorado" Kurt. Ele se alegra porque os homossexuais podem "finalmente ser legalmente casados" (pelo menos em alguns estados). Blaine e Kurt tem amizade com um casal de lésbicas de meia-idade - interpretado por Patty Duke e a recém-autodeclarada lésbica Meredith Baxter de "Family Ties “ - que “orienta meninos homossexuais adolescentes”. O casal de lésbicas lamenta como foi discriminado, tendo que esconder o seu "amor", no passado. A cena termina com as duas mulheres jantando com Blaine e Kurt em um restaurante. Uma das lésbicas fica de joelhos diante da outra para propor "casamento", enquanto o restaurante inteiro irrompe em aplausos.
Lembre-se que adolescentes e jovens pré-adolescentes constituem o grande segmento de público-alvo de Glee. Estas crianças e jovens são facilmente doutrinados a aceitar o perfil simpático do LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros), imitando o estilo de vida forçado por Glee. Em vez de condenar o bullying,  Glee tornou-se o valentão, ao rotular de “hater[ii] qualquer um que não aceita sua agenda homossexual  e, como foi dito por um dos personagens, "estar no lado errado da história."


[i] http://www.americandecency.org/full_article.php?article_no=1889.
[ii] Hater" é um termo usado na internet para definir pessoas que postam comentários de ódio ou crítica sem muito critério.