“A politicamente incorreta
"Glee" vai na contramão de outros seriados adolescentes. E, apesar de
ser também um musical, nem de longe lembra o fenômeno "High School
Musical". A história tem uma escola como cenário e acompanha a formação de
um coral formado por jovens muitos distantes do padrão, como um gay, uma
gordinha e um paraplégico”. Essa matéria foi veiculada em 2010, quando várias emissoras de TV disputavam o musical cuja tônica é o proselitismo gay e sua agenda. Este ano a série “Glee” será transmitida pela Rede Bandeirantes de TV. A Globo deixa de comprometer-se com o seriado. Até quando a Band correrá o risco de ser alvo de criticas, em função do temerário programa, que tenta "fazer a cabeça" da moçada com sua doutrinação gay, como ocorre nos EUA, em função do programa?
Nos Estados Unidos
o programa vem sendo definido como “pornô-gay para crianças”. A pressão
popular foi tanta que até a NBC tirou
o programa do ar – e seus patrocinadores tiveram suas caixas de correio
entulhadas por e-mails de protesto e ameaças de deixar de utilizar seus
produtos se não deixarem de patrocinar “Glee”. Como será no Brasil, que ainda
suporta o depressivo, malicioso e pernicioso cenário do BBB, na Rede Globo?
O articulista Bruce Sallan comenta
em seu blog: “Eu assisto Glee porque gosto
e aprecio a música e o talentos dos artistas. Eu não o vejo em função da sua linha de história e tenho
especial aversão para o perfil colocado com relação a sexualidade entre
estudantes de idade do ensino médio (...) tudo parece forçar a barra para fazer
toda a conduta sexual parecer onipresente e muito bem entre crianças de 15-18
anos de idade”.
Murphy e o coprodutor executivo de Glee, Ali Adler criaram The
New Normal, comédia de trinta minutos "centrada em um casal gay que
tenta decidir quem será a barriga de aluguel que carregará seu bebê"
que teve sua estreia no canal NBC em 2012. A série foi inspirada na vivencia do
próprio Ryan Murphy, quando “teve” seu primeiro filho. Os nomes são baseados em
Ryan e eu marido: Bryan e David. De acordo com o Entertainment Weekly, houve uma batalha entre ABC, NBC e Fox para
conseguirem produzir o projeto. No final a NBC comprou o projeto e encomendou
um episódio piloto em 27 de Janeiro de 2012. Entretanto a série acabou sendo
cancelada depois de uma temporada.
Veja abaixo a tradução, reduzida, de uma reportagem de Lisa
Van Houten, sobre “Glee” e seu criador, o gay Ryan
Murphy:
Glee pushes homosexual agenda - ratings falling[i]
Lisa Van Houten
“O final da temporada de Glee foi ao ar quinta-feira
passada. Season 4 terminou com o mesmo e cansativo tema, forçando a agenda
gay, que tem marcado quase todos os episódios desta temporada. Isso não é nenhuma
surpresa, já que "Glee" é o do criador e produtor
Ryan Murphy, assumidamente gay - guerreiro da falange cor-de-rosa. Murphy tem
uma longa história de proselitismo homossexual.
Como você deve lembrar um dos Murphy, outro animal de estimação dessa
temporada, tem como tema "The
New Normal" - também promovendo a agenda liberal e gay. "The
New Normal" aborda o tema com dois personagens, homens gays, que
buscam contratar uma mãe substituta para ter um bebê para eles. Na verdade o
foco central do espetáculo é a destruição do cristianismo e os valores
tradicionais de milhões de famílias.
A cada semana, pedimos a vocês, nossos leitores, para enviar mensagens
para os anunciantes que patrocinaram "The New Normal." Milhares de pessoas,
como você, encheram as caixas de entrada dos patrocinadores, inundando-as com
e-mails, semana após semana, lembrando a eles do boicote as empresas que
patrocinam o programa, deixando de comprar seus produtos – pois autorizam um
show que zomba e mina os nossos valores. Os telespectadores conseguiram
vitórias, atentos aos que tentam forçar a agenda gay com o "The
New Normal." As avaliações do show oscilaram do fraco ao pior. Foi
assim que a NBC (uma das maiores
redes de TV dos EUA) anunciou que "The New Normal" foi
oficialmente cancelado!
No entanto, "Glee" é uma história diferente.
Em suas 2 primeiras temporadas "Glee" teve enorme sucesso de
audiência. Foi também mais o insidioso - especialmente na primeira temporada, no
sentido de empurrar a agenda gay. Os espectadores foram atraídos pelos números
de canto e dança contagiantes, embalando-os a ignorar os ataques crescentes aos
valores cristãos, (que tem grande pessoa na sociedade americana). Porém alguns
sapos estão pulando da chaleira, sentindo a água ferver, abandonando o barco. Murphy
tem aumentado seu impulso da agenda gay em "Glee" – e vendo seu
público decrescer.
É também importante você ler os comentários on-line de
telespectadores de Glee. Seguem-se uma série de observações postadas por expectadores,
postadas numa página de entretenimento da Yahoo sobre a série final de Glee:
- Glee foi grande nas duas
primeiras temporadas. Música grande com tema anti-bullying. Agora é basicamente
um programa gay. A menos que os produtores mudem de volta ao seu formato
original, Glee está fora da nossa porta.
- Lembro-me de quando era um show divertido que mostrou talento
musical. Agora ela busca episódios de angústia adolescente onde os escritores
expressam seus pontos de vista liberais.
- Não se trata mais de apenas boas canções e competição, mas a agenda
gay está recebendo excessiva atenção para mim.
- Isso se tornou um show de homossexual, e até a minha filha de 9 anos
se perguntou em voz alta se havia algo melhor na TV.
- PC Glee. Eu parei de assistir a 2 anos. Nada além de propaganda e
proselitismo.
- Já vimos algo da Season 5, de Murphy, gay com sua agenda é gay.
Season 5 será uma grande orgia gay ...
- A única pergunta sem resposta é quando é esse show gay vai acabar?
- O show é apenas pornô gay para crianças.
- Glee é tão pesado nas agendas sociais que ainda não são corrente
principal, uhhhhh, confortável. Demais para mim. Eu parei de assistir a este
show no ano passado e nunca mais vou assistir. O problema é que eu amei o canto
e ver o talento.
- Como a maioria dos espetáculos os escritores empurram seus pontos de
vista liberais (...)
A Season finale de "Glee"
da última quinta-feira contou com uma garota do ensino médio bissexual que teve
relações sexuais com meninos e meninas. Ela está agora terminado com o namorado
dela, porque, como ela afirma, está "faltando doces, beijos doce
senhora." Ela diz que agora é uma "amante da senhora."
Outra história tem como
personagens o homossexual, estudante do ensino médio, Blaine, que compra um
anel para propor casamento ao seu "namorado" Kurt. Ele se alegra
porque os homossexuais podem "finalmente
ser legalmente casados" (pelo menos em alguns estados). Blaine e Kurt tem
amizade com um casal de lésbicas de meia-idade - interpretado por Patty Duke e a
recém-autodeclarada lésbica Meredith Baxter de "Family Ties “ - que “orienta meninos homossexuais adolescentes”. O
casal de lésbicas lamenta como foi discriminado, tendo que esconder o seu
"amor", no passado. A cena termina com as duas mulheres jantando com
Blaine e Kurt em um restaurante. Uma das lésbicas fica de joelhos diante da
outra para propor "casamento", enquanto o restaurante inteiro irrompe
em aplausos.
Lembre-se que adolescentes e
jovens pré-adolescentes constituem o grande segmento de público-alvo de Glee. Estas crianças e jovens são
facilmente doutrinados a aceitar o perfil simpático do LGBT (lésbicas, gays,
bissexuais, transgêneros), imitando o estilo de vida forçado por Glee.
Em vez de condenar o bullying, Glee
tornou-se o valentão, ao rotular de “hater”[ii]
qualquer um que não aceita sua agenda homossexual e, como foi dito por um dos personagens, "estar
no lado errado da história."

